domingo, 27 de fevereiro de 2011
Prefeito Eduardo Paes inaugura asfalto liso na Avenida Cesário de Mello
sábado, 26 de fevereiro de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
PRIMEIRA TENTATIVA...
A POLICLÍNICA E A REDE
A última reunião de acolhimento teve a ratificação de seus pontos negativos: a grande ausência das unidades (especialmente as mais novas e que ainda não possuem planos de acolhimento), que não deixam de estar comprometidas com a missão de apresentar seus planos dia 30 de Março. Também as ausências de figuras capitais para o adequado planejamento de nossa rede estiveram ausentes e, portanto, aspectos críticos como o SISREG (e o novo SISREG local), a infraestrutura e outras pactuações não tiveram sua melhor apreciação.
Mas tivemos como ponto positivo a participação da Enfa. Sonia, representando a Policlína Lincoln de Freitas, que na minha avaliação mais que compensou as demais ausências, pois trouxe para nossa pauta diversos entraves que precisam ser socializados na nossa rede, e ao mesmo tempo sua vida despertou nos demais participantes (Manguariba, Palmares, Lenice, Ciraudo e W. Berardinelli/Alagado). Mas vendo de outro ângulo, o fato da Policlínica ter apresentado e despertado tantas questões também me faz refletir quantas outras não são abordadas por não termos a participação da Regulação, da SPDM e de outras entidades. Tocamos apenas na ponta de um iceberg...
Dos muitos problemas que foram divididos no encontro, podemos registrar o quadro de regulação das especialidades na PLFF, pois mesmo deixando de lado o que se tem de notório e crônico (a dificuldade de lotar profissionais, a alta rotatividade, etc.) devemos nos preparar para um problema que refletirá sobre toda rede:
A PLFF tem pesquisado e identificado que muitos de seus pacientes “freqüentadores” de clínicas especializadas são pacientes estabilizados e que podem ser acompanhados nas clínicas básicas tranqüilamente. Mas o apego pelo serviço acaba por condicionar um uso perdulário de marcações e retornos desses pacientes. O resultado é que a agenda das especialidades fica enfartada de pacientes que poderiam ser absorvidos pela clínica básica (e sincronicamente, os pacientes das clínicas básicas que precisam de avaliação de especialistas ficam prejudicados, com imensa dificuldade de agendamento).
É preciso promover por parte da PLFF um processo de “desapego”, devolvendo esses pacientes as unidades básicas da territorialidade dessa clientela. Na mesma medida, é preciso que as UBS estejam preparadas para absorver e conquistar esses clientes. Mas não bastará o budismo da Policlínica para fazer esse processo; há unidades que entendem que poderá ser uma dificuldade absorver esses clientes por diversos motivos: a resistência do paciente em se desvincular da PLFF; dificuldades técnicas dos generalistas e clínicos básicos em dar continuidade a terapêutica (especialmente nos casos de pacientes da Psiquiatria); o NASF dará suporte para esses casos? E o CAPS?
Evidentemente, todas as unidades se interessam em garantir um processo de transferência que seja percebido pelo cliente como uma forma mais organizada de garantir uma assistência mais inteligente e conveniente, e não uma exclusão ou expulsão. É preciso que as unidades receptoras e a PLFF sejam parceiras na abordagem desse cliente que pode ser portador de diversas inseguranças, e precisa ser amparado dentro de suas fragilidades, até por serem na sua maioria portadores de doenças crônicas e/ou cercadas de estigmas. Um “convite” dos profissionais locais a esses pacientes para que passem a cuidar de seus agravos mais perto de casa, com sua equipe, poderá nutrir a credibilidade necessária a boa terapêutica (deixando claro a esse paciente que sempre que necessário, ele terá acesso ao serviço da PLFF como qualquer cidadão da região, só que de forma criteriosa e organizada, favorecendo a todos que necessitam de atenção especializada).
Varias propostas e recomendações para favorecer o acolhimento desses pacientes para que essa “transição” seja ágil e cativante para o cidadão, mas a efetividade e viabilidade de algumas idéias só podem ser concretas se divididas com outros atores desse cenário. É preciso engajamento da OS, da Regulação local, até mesmo de entidades “externas” a esfera municipal, mas que devem estar tão comprometidas quanto nós na busca de maior agilidade para solução das questões de saúde e bem estar da 5.3.
Em breve estaremos agendando um encontro de maior escala, com a participação de diversas entidades e mediação da CAP para legitimar esse processo tão complexo de mudança da racionalidade da assistência local de saúde.
PS: se for por falta de welcome drinks, providenciaremos...
sábado, 12 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Segunda Reunião do GT Acolhimento
Em reunião com os representantes,
Carlos Vitor Valle
Ana Carolina Brito
Rosinete Paiva
Dilene da Cunha, e
Valéria Barros
foi apresentada a proposta de diagnóstico parcial das virtudes e desvios dos atuais planos de acolhimento de suas respectivas unidades. Basicamente é proposto que os representantes pesquisem em suas unidades qual é o cenário da dinâmica de acolhimento, se o plano inicial está sendo seguido, se está respondendo de maneira esperada, e se não, quais as razões e soluções pensadas. Foi entregue ao grupo de trabalho o CD-DVD do Acolhimento para reforço do acesso ao material teórico.
Já é consenso no grupo que o objetivo de nosso trabalho é atender a um equilíbrio de coerência e racionalidade no atendimento da demanda da nossa clientela, visando alcançar o máximo de inteligência e conveniência para o cidadão, sem descaracterizar ou desqualificar o processo clínico e responsável de priorização e atendimento dos riscos e necessidades da população. Entende-se que, se por muito tempo a atenção básica se caracterizou como serviço que "cultua dificuldades para atender" (rigidez na abertura de prontuários, senhas de faltoso para demanda espontânea, horários restritivos, etc.), também não podemos aderir a uma leviana "cultura da facilitação do atendimento sem critérios" - sob pena de prejudicar tanto o serviço como o próprio usuário, especialmente o da demanda organizada e de processos capitais, como o Pré-Natal, Preventivo, etc. A ausência de critérios prejudicaria os screenings de doenças de relevância para a Saúde Pública, tulmutuaria a agenda das unidades e serviços de referência, diminuiria a qualidade do atendimento e sua resolubilidade, e no fim da cadeia geraria menor disponibilidade de recursos para o próprio usuário. Diversos aspectos apontados na reunião só foram identificados porque a clientela tem encontrado canais de escuta diferenciada para manifestar críticas e sugestões no próprio processo de acolhimento das unidades, e também pela sensibilidade dos profissionais que atuam nas unidades em serviços "colaterais" (apesar de reconhecermos que tudo na unidade de saúde envolve Acolhimento, lato sensu) em identificar diretrizes incongruentes. Por isso temos uma conclusão cônjuge da necessidade de lidar com a ocnstrução como um processo de organicidade mutável e elevadamente sensível as variações de cenário.
Reforçamos que o grupo a ser construído nesses encontros não almeja apenas a elaboração dos planos de acolhimento, mas também se compromete em dar continuidade ao trabalho no processo de operacionalização e avaliação desses planos. Esse GT terá caráter efetivo mesmo após 30/3 na contemplação das questões de regulação dos serviços na CAP e, portanto quanto maior e precoce for o número de participantes, mais enriquecedor será o produto.
Para a reunião do dia 17/2/11 (no mesmo horário e local) foi proposto que se discuta o processo de regulação e agenda da ÁREA, e para isso reforçamos a convocação de membros capitais da área para essa discussão:
1 - representante da PLFF
2 - representante do CAPS
3 - representante do setor de regulação da Coordenação de Saúde da 5.3
4 - representante dos NASFs da área.
5- representante da SPDM
Pretendemos nessa reunião apreciar os seguintes tópicos para pauta:
1 - Apresentação dos fluxos dos planos de acolhimento das unidades já engajadas;
2 - apresentação das demandas, entraves e dificuldades dos serviços;
3 - pactuação de soluções e novos processos para a rede;
4 - nova pauta de discussão para entidades regionais complementares (UPA, HPPII, etc.)
Novamente agradeço a participação dos representantes que puderam comparecer, e se dispuseram a dividir essas questões de forma construtiva e visando a melhoria do atendimento e maior satisfação da clientela.
Também quero agradecer a generosidade e disposição de Mauricio e dos colegas da Clínica de Família de Areia Branca, por ceder um espaço tão humano para nosso trabalho.
Na próxima reunião, às 10 horas do dia 17/2, na CSF de Areia Branca, esperamos a vinda de mais representações das unidades que ainda não puderam participar, todas munidas com seu plano atual e seu diagnóstico do processo. As unidades que não possuem qualquer maturidade quanto à questão do Plano de Acolhimento devem urgentemente se aprimorar para elaboração do mesmo no prazo estipulado pela Secretaria (30/3).
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
1ª Oficina NASF CAP5.3
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Atividade Educativa em Nova Sepetiba




domingo, 6 de fevereiro de 2011
CAP5.3 NO ENSAIO TÉCNICO DA ACADÊMICOS DE SANTA CRUZ
CAP 5.3 na Acadêmicos de Santa Cruz
Notícias Saúde Presente-RIO
http://www.google.com/url?sa=X&q=http://www.rio.rj.gov.br/web/smsdc/exibeconteudo%3Farticle-id%3D1510587&ct=ga&cad=CAcQAhgAIAEoBDAEOABAmYS46gRIAVgAYgVwdC1CUg&cd=fFNUgcJERj4&usg=AFQjCNFBzSxAf3V3psSaE4HCawOn2hhDIA
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Plano de Acolhimento na CAP 5.3 - Propostas iniciais
Uso esse espaço para disponibilizar parte do material do Acolhimento oferecido as CAPs no Ciclo de Debate, pois o CD contem também videos e outros arquivos mais pesados que não podem ser virtualmente armazenados. Por isso me comprometo em reproduzir esse material em midia e entrega-lo para os participantes da próxima reunião, dia 10/2/2010, novamente em Areia Branca as 10 horas, SHARP!
Eis o link para o materail:
https://docs.google.com/leaf?id=0B3ITnwivxkxMNzJjMGVjZDktMDc0Yi00NzJlLThlMjQtZjMwY2YwMzQ2ZWFl&hl=pt_BR
Agradeço a ajuda dos gestores e demais participantes do encontro, e espero que possamos construir um plano para maximizar nosso potencial, e que nos permita acreditar em um futuro onde a Atenção Básica possa cumprir seu destino de aperfeiçoar, melhorar a vida de nossa população.
Aguardo retorno,
Luiz Vieira Junior
lvj@oi.com.br
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Clipping
Campanha do Ministério da Saúde reforça a necessidade da detecção precoce, fornecer tratamento oportuno e interromper a cadeia de transmissão da doença
A hanseníase ainda é um problema de saúde pública no país. Mas levantamento inédito do Ministério da Saúde revela a redução de 27,5% no total de casos novos entre 2003 e 2009, que passaram de 51.941 casos para 37.610, respectivamente. No mesmo período, o número de serviços com pacientes em tratamento de hanseníase aumentou em 45,9%.
Entre os dias 25 e 31 de janeiro, o Ministério da Saúde veicula na mídia a campanha Saúde é Bom Saber, com o foco na hanseníase. O objetivo é estimular a população a procurar unidades de saúde que fazem o diagnóstico e o tratamento da doença. Quanto mais cedo se identifica a hanseníase, menores as chances de seqüelas. A campanha será veiculada no rádio, TV e internet. As peças explicam o que é a doença, como se transmite, como identificar os sintomas e como fazer o tratamento adequado. Também serão distribuídos 2 milhões de folders sobre o tema e 400 mil cartazes.
http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noticias/default.cfm?pg=dspDetalheNoticia&id_area=124&CO_NOTICIA=12147
Mulheres que sentem ondas de calor podem ter 50% menos risco de desenvolver câncer de mama
Publicada em 26/01/2011 às 09h32m
O Globo
SEATTLE - Aquelas desagradáveis ondas de calor e outros sintomas da menopausa podem ser considerados vantagem para algumas mulheres: pesquisadores do Fred Hutchinson Cancer Research Center descobriram que mulheres que sentiram as tais ondas podem ter 50% menos risco de desenvolver câncer de mama do que mulheres que nunca sentiram nada.
O efeito protetor parece aumentar conforme o número e a intensidade dos sintomas da menopausa, de acordo com o autor do estudo, o epidemiologista Christopher Li, do Hutchinson Center's Public Health Sciences Division.
http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2011/01/26/mulheres-que-sentem-ondas-de-calor-podem-ter-50-menos-risco-de-desenvolver-cancer-de-mama-923609430.asp
Cirurgia pioneira no cérebro cura depressão
Britânica que sofria com a doença há dez anos recuperou a vontade de viver
Rio - Uma nova técnica cirúrgica pode ser capaz de acabar para sempre com o problema da depressão. O método, chamado de estimulação cerebral profunda, foi desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Bristol, Inglaterra, e já está sendo testado em oito pacientes. Segundo cientistas, os resultados iniciais são animadores.
A aposentada britânica Sheila Cook, 62 anos, foi a primeira paciente a passar pela cirurgia. Antes de ser operada, ela sofreu por quase dez anos de depressão aguda: não conseguia comer, se vestir ou tomar banho sozinha. Pensamentos sobre suicídio passaram a ser frequentes, e Sheila acabou se aposentando precocemente. http://odia.terra.com.br/portal/cienciaesaude/html/2011/1/cirurgia_pioneira_no_cerebro_cura_depressao_140018.html
Pílula promete revolucionar o tratamento do câncer de pele
Droga RG7204 é eficiente na redução dos tumores e evita que eles se espalhem
Com a chegada do verão, alertas sobre os perigos do câncer de pele voltam são cada vez mais necessários. Mas uma nova pesquisa promete revolucionar o tratamento contra a doença. Segundo cientistas da Royal Marsden NHS Trust, de Londres, uma pílula conhecida como RG7204 é capaz de reduzir em até 80% o tamanho dos tumores e melhorar significativamente os casos em que a doença se espalhou.
A descoberta foi feita por meio da decodificação do DNA humano, o que levou à identificação de uma falha genética em cerca de metade dos pacientes com melanoma maligno – a forma mais agressiva do câncer de pele. Essa falha genética, responsável pelo crescimento e pela disseminação do tumor, é que pode ser bloqueada com o uso do RG7204.
http://veja.abril.com.br/noticia/saude/pilula-promete-revolucionar-o-tratamento-do-cancer-de-pele
Calor no inverno engorda
O aumento da temperatura em ambientes internos no inverno pode estar associado à obesidade
REDAÇÃO ÉPOCA
Ligar o aquecedor central dentro de casa ou no escritório durante o inverno em países desenvolvidos pode ser um fator para o aumento da obesidade, de acordo com um estudo da University College London publicado no Obesity Reviews.
A pesquisa procura evidências para uma ligação entre a redução à exposição ao frio sazonal com o aumento da obesidade no Reino Unido e Estados Unidos. Essa redução pode ter dois efeitos na habilidade do organismo de se manter em um peso saudável: minimizar a necessidade de energia para se manter aquecido e reduzir a sua capacidade de produzir calor. Se fosse o contrário, o corpo gastaria mais energia, e, portanto, mais calorias diariamente.
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI205255-15257,00-CALOR+NO+INVERNO+ENGORDA.html
SMSDC oferece estágio para as áreas de Comunicação Social e Design
As inscrições foram prorrogadas até sexta-feira dia 25 de janeiro
25/01/2011
A Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil (SMSDC) oferece estágio para estudantes universitários de Comunicação Social (com habilitação em Jornalismo ou Relações Públicas) e Comunicação Visual / Design / Desenho Industrial. As inscrições foram prorrogadas até o dia 28 de janeiro das 10h às 17h, na Assessoria de Comunicação Social da SMSDC (Rua Afonso Cavalcanti, 455 / 7º andar / sala 709 – Cidade Nova). Os candidatos devem estar matriculados em instituições de ensino conveniadas ou em fase de renovação com a SMSDC, e devem estar cursando entre o 4º e o 7º período.
http://www.rio.rj.gov.br/web/smsdc/exibeconteudo?article-id=1486235
Eventos
Saúde Ambiental 2011 - Redefinindo nossas prioridades
Conferência que trará uma plataforma multidisciplinar de troca de conhecimento e aprendizado sobre as últimas questões em saúde ambiental.
Instituição: Elsevier e Revista Environmental Research
Local: Salvador - Bahia
Período: 06/02/2011 a 09/02/2011
Informações: A data para submissão de trabalhos é até 17 de setembro de 2010.
http://www.ensp.fiocruz.br/portal-ensp/informe/evento/index.php?origem=2&id=14349
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Rio de Janeiro contrata 1200 Agentes de Combate a Endemias
